Democrâcia, nas ultimas eleições ouvimos muitas pessoas dizer que o Brasil é um pais democrata e que as eleições foi uma prova da estrutura eleitoral de nossa nação.

Afinal devemos mesmo comemorar? A resposta é sim, mas não nos conformar.

É fato que o Brasil está muito avançado na perspectiva eleitoral, entretanto, existem pequenos detalhes que fazem a diferença e tornam as eleições uma grande cúpula de aliados, envolvendo principalmente a alta sociedade.

Podemos concluir isso, pelos seguintes motivos que simplesmente anulam as qualidades de democracia do nossa nação, vejam:

  1. Horário eleitoral gratuíto nos meios de comunicações: Simplesmente a democracia acaba no momento em que um candidato tem mais tempo de propaganda eleitoral que o outro, deixando simplesmente mais forte e popular os candidatos que já fortes e populares. Sem acrescentar que isso impede de conhecermos melhores os candidatos da oposição;
  2. Doações para campanhas dos partidos: Analisem, a campanha eleitoral dos maiores partidos do nosso BRASIL são financiadas, em sua grande parte, pelos empresários que doam fortunas. A primeira pergunta é, com qual objetivo eles doam essas fortunas? A segunda pergunta é porque ninguem doa para um partido que não tem chance de ganhar? Em sintese, não existe democracia dos valores doados para as camanhas, ou seja, um candidato pode conseguir mais votos que o outro por que possui mais recursos.
  3. Pesquisas eleitorais: Nosso povo tem um costume muito ruim de não votar em um candidato por achar que ele não tem chance de ganhar, por esse motivo podemos concluir que os eleitores são influenciados pela pesquisa eleitoral. Sendo assim é óbvio que um candidato novo na política e que tem projetos excelentes tem pouquissíma chance de ganhar, pois os politicos antigos são mais famosos e as pesquisas eleitorais começam sua cogitações logo na pré-candidatura, antes do novos candidatos aparecerem na mídia.

Analisamos apenas alguns fatores que podem ser utilizados para manipular a população.

Tire suas conclusões e pense, será que isso realmente é a democracia que queremos?

Coordialmente,

Raphael Guimenes

 

 

 

 

A priorização e a seqüência de atividades a serem executadas sempre foram preocupação de qualquer organização que se propõe a um objetivo. A seqüência é essencial para que algo aconteça da maneira correta, como deveria acontecer. A maioria das tarefas diárias das pessoas é uma seqüência “programada” de passos.

Em informática, a seqüência fica evidente nos roteiros para processamento de dados e para programação dos computadores. Esta última só é possível utilizando-se lógica de programação que significa uma seqüência de passos encadeados para um determinado fim desejável.

A priorização é a arte de escolher entre duas possibilidades aquela que deve ser a primeira. É uma tarefa difícil e, quanto mais pessoas forem consultadas, mais opiniões divergentes aparecem. Porém, sem a escolha não se sabe por onde começar.

A informática é famosa pelo backlog, ou, a lista de tarefas que deveriam ter sido feitas, mas ainda não foram. Como também, atualmente, a lista de projetos que deveriam iniciar, ou continuarem em execução, mas não se sabe a importância dos mesmos.

A tentativa mais recente de se por “ordem na casa” vem das teorias de Governança de TI que prega, entre outras coisas, a necessidade de uma entidade (pessoa/cargo, grupo, departamento, comitê, etc) para priorizar e decidir sobre os recursos de TI[1].

Priorizar um projeto, por exemplo, deveria indicar para a organização qual é seu número na fila de importância. Assim, o projeto número 1, é mais importante que o 2, o 2 mais importante que o 3 e assim sucessivamente. Parece óbvio, mas para quê decidir sobre a importância de um projeto de TI? Afinal, tudo é importante.

Tudo é importante, mas os recursos são sempre limitados, por isso, aquilo que é mais importante deve ter prioridade, na alocação de recursos, sobre os menos prioritários. Por exemplo, se um projeto for considerado de prioridade 1 significa que terá mais e melhores técnicos que o número 2.

Isso também significa que a empresa terá de manter, no mínimo, duas informações atualizadas: quem são os melhores técnicos para determinada tarefa[2], ou projeto, e quando estarão disponíveis. A primeira informação pode ser gerida com o auxílio de avaliações por competências. A segunda, dependendo do número de funcionários, pode ser resolvida com uma planilha Excel.

Para decidir os projetos mais importantes, um dos indicadores possíveis e muito valorizados pelo mercado, é o financeiro. Ou seja, o que, ou quanto vamos gastar e ganhar com isso? Respondida esta pergunta, um ranking inicial pode ser estabelecido. Depois, é necessário fazer ajustes para que visões de longo prazo não fiquem no backlog até se tornarem assuntos urgentíssimos do presente.

Enfim, resumindo:

1. É necessário priorizar por algum critério;

2. É necessário saber as competências dos técnicos;3. É necessário saber quando estes técnicos terminarão o que estão fazendo.

[1] Weil and Ross – Governança de TI.

[2] Procure pelos textos: “Dicas para o escritório de projetos ser um sucesso” e “Amplitude de controle e produtividade em TI”.

Fonte : www.imasters.com.br – 02/05/2008
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